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OEA pede respeito aos resultados das urnas no segundo turno

Redação ·

O chefe da missão da OEA no Brasil, José Miguel Insulza, validou a segurança do sistema de votação durante o acompanhamento das eleições deste domingo. O processo contou com a participação de mais de 158 milhões de eleitores brasileiros na escolha de chefes do Executivo. A organização reforçou a necessidade de as candidaturas aceitarem o veredito da Justiça Eleitoral após o encerramento das apurações.

Transparência do sistema eleitoral

José Miguel Insulza, líder da missão de observação da OEA, confirmou a confiabilidade do modelo de votação brasileiro. Segundo o ex-ministro chileno, o país possui uma estrutura robusta e amparada por alto rigor técnico e experiência prática em diversos pleitos anteriores.

Tranquilidade nos locais de votação

Durante o acompanhamento presencial, os observadores constataram que o processo transcorreu sem incidentes de segurança. A votação ocorreu de forma pacífica nos locais monitorados pela equipe internacional.

Volume de eleitores no país

O pleito envolveu um universo de mais de 158 milhões de cidadãos aptos a votar. Deste montante, cerca de 136 milhões possuem a obrigatoriedade do voto, enquanto 22 milhões compõem o grupo de eleitores facultativos.

Convocação ao respeito democrático

A organização fez um apelo para que todos os envolvidos aguardem os dados oficiais do TSE com serenidade. Insulza enfatizou que as candidaturas devem acatar a vontade popular manifestada nas urnas eletrônicas.

Atuação da missão no Brasil

Esta é a quinta vez que a OEA envia observadores ao território brasileiro, sendo a primeira missão em 2018. A organização já apresentou posicionamentos críticos em outros contextos regionais, como o caso da Venezuela em 2024.

Texto da redação a partir de Chefe da missão da OEA pede que candidaturas 'respeitem e aceitem vontade cidadã expressa nas urnas'.

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