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Economia

Ibovespa registra queda acentuada após resultado das eleições

Redaçãoatualizada às 18h16

Resumo

feito com IA

O mercado de ações brasileiro apresentou forte volatilidade nesta segunda-feira após a reeleição de Lula. O Ibovespa sofreu uma desvalorização de 13,88%, atingindo 176.608 pontos, o que provocou a interrupção temporária de negociações via circuit breaker. Enquanto empresas focadas no consumo interno e no setor bancário registraram perdas significativas, companhias exportadoras conseguiram fechar o pregão com saldo positivo devido à valorização do dólar.

Tópico 01

Ibovespa registra forte desvalorização

O principal índice da B3 apresentou uma queda de 13,88%, encerrando o dia aos 176.608 pontos. A volatilidade foi tamanha que o circuit breaker foi acionado após o recuo superior a 10% logo no início das operações.

A retração reflete a reação dos investidores ao cenário político e as novas perspectivas sobre a política econômica, os juros e o controle das contas públicas no país.

Tópico 02

Varejo e consumo sofrem perdas

As empresas ligadas ao mercado doméstico e ao consumo foram as mais afetadas. A Magazine Luiza liderou o índice de quedas com 58,23%, seguida por Vamos e Hapvida.

Tópico 03

Bancos registram recuo expressivo

O setor financeiro também foi impactado negativamente. O Banco do Brasil teve a maior queda entre os grandes bancos, com recuo de 27,31%, enquanto Bradesco, BTG Pactual e Itaú Unibanco também fecharam no vermelho.

Tópico 04

Petrobras encerra o pregão em baixa

A Petrobras acompanhou o movimento de queda do mercado, registrando desvalorização de 8,18% em suas ações preferenciais e 6,81% nas ordinárias.

Tópico 05

Exportadoras se beneficiam do dólar

Com a valorização do dólar, que subiu 8,21% e atingiu R$ 5,4027, empresas com receitas em moeda estrangeira apresentaram ganhos. Suzano, Embraer, WEG, Klabin e Vale fecharam o dia com alta.

Tópico 06

Especialistas recomendam cautela

A alta dos juros futuros pode encarecer o crédito para companhias endividadas. Diante da instabilidade e da necessidade de reavaliação do cenário político, analistas sugerem prudência nos próximos movimentos do mercado.