O Flamengo busca reverter a eliminação na semifinal da Libertadores através de recursos jurídicos baseados em irregularidades na escalação de Marcos Rojo, do Estudiantes. O clube carioca utiliza casos históricos de punições aplicadas pela Conmebol para sustentar sua tese de que o adversário utilizou jogador indevidamente. A estratégia visa garantir a classificação para a decisão do torneio após o impasse envolvendo a inscrição do defensor argentino.
Tópico 01
Punição por falta de aviso de suspensão
Em 2017, a Chapecoense foi penalizada pela Conmebol após escalar Luiz Otávio em partida contra o Lanús. O jogador estava suspenso, mas o clube alegou não ter sido notificado oficialmente sobre a proibição de atuar.
Tópico 02
Inscrição duplicada de atleta
O San Lorenzo obteve vitória por WO após denúncia contra o Deportes Temuco. O jogador Jonathan Requena estava registrado em dois clubes simultaneamente, o que violava as normas da entidade sul-americana.
Tópico 03
Erro na situação de jogador suspenso
O Santos foi prejudicado em 2018 após a Conmebol reconhecer a escalação irregular de Carlos Sánchez contra o Independiente. O meia possuía uma suspensão pendente que não havia sido cumprida devido a uma anistia anterior.
Tópico 04
Prazo de transferência expirado
O Barcelona de Guayaquil perdeu pontos na Libertadores de 2019 por escalar Sebastián Pérez sem o Certificado Internacional de Transferência no tempo regulamentar exigido pela competição.
Tópico 05
Impasses na inscrição de Marcos Rojo
O Estudiantes utilizou o CAS para tentar validar a inscrição de Marcos Rojo, após a Conmebol rejeitar o registro do jogador devido a critérios de substituição por lesão. O defensor atuou na semifinal contra o Flamengo.
Tópico 06
Regra de derrota por placar padrão
O Flamengo baseia seu pleito no artigo 19 do Código Disciplinar, que prevê a derrota por 3 a 0 para equipes que escalam jogadores de forma indevida, visando garantir a vaga na grande final.