O Londrina confirmou o rebaixamento para a terceira divisão do futebol brasileiro após ser derrotado pelo CRB na 35ª rodada da Série B. O clube passou a maior parte do certame na zona de rebaixamento, sofrendo com um início de campeonato desastroso e trocas constantes no comando técnico. Além da instabilidade no banco de reservas, a perda de peças fundamentais do elenco e o baixo aproveitamento como mandante contribuíram para o desfecho negativo na temporada.
Tópico 01
Desempenho inicial desastroso
O Tubarão iniciou a competição com um aproveitamento muito baixo, acumulando apenas oito pontos nas primeiras doze rodadas. Esse cenário, um dos piores da história recente do clube, foi agravado por seis derrotas nas sete partidas inaugurais, o que resultou na demissão precoce de Allan Aal.
Tópico 02
Trocas frequentes no comando
A sequência de treinadores foi um fator de instabilidade para a equipe. Após a saída de Roger Silva na pré-temporada, o clube passou por Allan Aal, Daniel Azambuja como interino, Rogério Micale e, finalmente, Hugo Chacon, que assumiu o comando na reta final sem chances reais de permanência.
Tópico 03
Saída de jogadores importantes
O planejamento foi prejudicado pela perda de atletas essenciais no meio do campeonato. O clube viu a saída de peças como o volante André Luiz, o atacante Iago Teles e o artilheiro Bruno Santos, dificultando a manutenção da consistência técnica do grupo.
Tópico 04
Baixo rendimento das contratações
As tentativas de reformulação na segunda janela não surtiram o efeito esperado. Dos quinze novos jogadores contratados, apenas seis conseguiram atuar em pelo menos dez partidas, com a maioria apresentando pouco impacto ou problemas físicos e de adaptação.
Tópico 05
Fragilidade defensiva e erros
A defesa do Londrina foi uma das mais vazadas da competição, com 51 gols sofridos. O time demonstrou vulnerabilidade em bolas aéreas e cometeu erros individuais cruciais, especialmente em gols sofridos nos minutos finais das partidas.
Tópico 06
Baixo aproveitamento como mandante
O Estádio do Café não se tornou um diferencial para o Tubarão, que teve apenas 39,2% de aproveitamento em casa. Além disso, o público foi reduzido, com média de 2.770 pagantes, ficando bem abaixo da média geral da Série B.