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Cultura

O falecimento de Oswaldinho do Acordeon marca a música brasileira

Redaçãoatualizada às 20h30

Resumo

feito com IA

O instrumentista de 72 anos era referência no toque da sanfona e unia o forró a outros gêneros. A notícia da morte foi compartilhada por amigos e figuras da música.

Tópico 01

O fim de uma era musical

O cenário musical perdeu um de seus maiores virtuoses do acordeom neste domingo, 25. Oswaldinho do Acordeon faleceu aos 72 anos, deixando um legado de inovação técnica no gênero nordestino.

A notícia foi divulgada pelo sanfoneiro Rodolfo Forte e pelo radialista Orlando Camboim, embora a causa do óbito não tenha sido detalhada. Artistas como Nelson Faria e Chico César também manifestaram pesar pela perda do músico.

Tópico 02

Raízes e aprendizado musical

Natural de Duque de Caxias, Oswaldo de Almeida e Silva cresceu em um ambiente repleto de ritmos. Filho de Pedro Sertanejo, ele aprendeu o instrumento de forma autodidata, influenciado pelo convívio com ícones como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Sivuca.

Sua carreira profissional começou cedo, aos nove anos, participando de gravações do pai. Com apenas 12 anos, já lançava seus primeiros singles, iniciando uma trajetória que se estenderia por seis décadas de produções fonográficas.

Tópico 03

Inovação e fusões rítmicas

O músico ficou conhecido por romper as fronteiras do forró ao integrar elementos do jazz, blues, rock e música erudita. Essa versatilidade foi evidente em álbuns como Asa branca blues e Forró chorado.

Ao longo de sua discografia, que inclui passagens pelas gravadoras Tropicana, Copacabana e Continental, Oswaldinho consolidou-se como um mestre capaz de criar novos diálogos sonoros a partir da sanfona.