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Cultura

A publicidade integrada às letras musicais e a busca por lucro nas canções

Redação

Resumo

feito com IA

A tentativa de transformar versos em vitrines publicitárias revela diferentes estratégias de mercado. Enquanto o pop internacional encontrou barreiras, o gênero sertanejo brasileiro consolidou o formato.

Tópico 01

O plano de vender versos no pop

Em 2008, um e-mail enviado por engano por Adam Kluger revelou uma estratégia para comercializar espaços publicitários nas letras das Pussycat Dolls. O empresário buscava conectar o prestígio das celebridades ao capital das marcas, embora o grupo não tenha concretizado vendas de músicas dessa forma.

Apesar do insucesso com o grupo pop, o rapper Flo Rida utilizou o modelo ao dedicar versos à plataforma de webcams Live Jasmin e ao aplicativo de namoro Zoosk.

Tópico 02

A barreira cultural no mercado externo

A inserção paga de produtos em refrãos gerou debates sobre a mercantilização da arte no final dos anos 2000. O mercado internacional acabou descartando a ideia de transformar canções em anúncios sonoros, preferindo o uso de marcas em videoclipes, turnês e redes sociais.

Tópico 03

O lucro com o gênero sertanejo

No Brasil, o setor sertanejo adotou o formato com sucesso financeiro. Gusttavo Lima recebeu cerca de R$ 1 milhão para mencionar o uísque Old Parr em sua música de 2018, enquanto a dupla Zé Neto & Cristiano utilizou a canção Alô Ambev para promover a cerveja Brahma.

Tópico 04

Citações espontâneas e orgânicas

Atualmente, é mais comum encontrar menções a marcas de forma natural, sem remuneração direta para a composição, como fazem Caetano Veloso e Lulu Santos ao citarem a Coca-Cola. Esses casos ocorrem para manter a fluidez da narrativa sem o peso do patrocínio direto na letra.

Fonte

Esta matéria reescreve o relato publicado por G1, com o título original “De Pussycat Dolls a Gusttavo Lima: 5 histórias que explicam publicidade em letras de música”.

Ler o relato no G1