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Tecnologia

Novas restrições são estudadas para controlar o uso de óculos inteligentes

Redaçãoatualizada às 13h07

Resumo

feito com IA

Autoridades globais analisam medidas para limitar dispositivos com câmeras e microfones em espaços públicos. O objetivo é evitar registros de imagens e áudios sem a devida autorização.

Tópico 01

Riscos de privacidade despertam debates

A capacidade de capturar vídeos, fotos e sons através de tecnologias como as da Meta tem gerado debates sobre a segurança de dados. Governos e corporações buscam formas de impedir que informações confidenciais ou a imagem de indivíduos sejam gravadas sem consentimento.

O Comitê Europeu de Proteção de Dados, junto a parlamentares, estuda o impacto social dessa tecnologia, enquanto a Comissão Europeia é instada a avaliar possíveis regulamentações.

Tópico 02

Restrições em ambientes específicos

O setor judiciário já apresenta barreiras, como o caso do Sistema Judiciário Unificado de Nova York, que proibiu o uso de acessórios com câmeras ou microfones em todas as suas unidades. Em tais locais, os aparelhos devem ser entregues aos funcionários na entrada.

Tribunais na Inglaterra e do País de Gales também vetaram o uso de modelos da Meta para proteger a integridade das sessões. Além disso, cinemas britânicos começam a implementar regras para limitar ou banir o uso desses dispositivos.

Tópico 03

Planos para espaços públicos e escolas

No governo federal, discute-se a proibição de óculos com câmeras em postos de trabalho públicos. A ministra Katy Gallagher solicitou um estudo sobre a viabilidade de banir ou abrir exceções para tais itens.

Há uma intenção de propor interrupções temporárias do uso de inteligência artificial em áreas de grande fluxo, como museus, praias e centros comerciais. Em Oslo, a proibição já é realidade no ambiente escolar.